13 de fevereiro de 2026

Emendas parlamentares e a lógica do “quanto pior, melhor”

A atual dinâmica das emendas parlamentares revela um problema preocupante: ainda há lideranças que trabalham para dificultar a chegada de recursos ao próprio município. Movidos por vaidade ou cálculo eleitoral, agem segundo a lógica do “quanto pior, melhor”, acreditando que o desgaste da gestão pode favorecer seus projetos de poder.

Hoje, uma parcela significativa do orçamento federal é executada por meio de emendas parlamentares. São bilhões de reais destinados anualmente a áreas essenciais como saúde, educação, agricultura e infraestrutura. Quando há responsabilidade, esses recursos transformam realidades locais.

Infelizmente, nem todos atuam com esse espírito público.

Durante minha passagem pelo Legislativo municipal, busquei agir de forma diferente. Apoiei o deputado federal Benes Leocádio em Cruzeta, mesmo estando em campo político distinto da gestão local. Com experiência como ex-prefeito por vários mandatos, ele destinou mais de R$ 1.500.000,00 em emendas ao município, beneficiando áreas estratégicas. Fez isso com foco no interesse coletivo, sem se prender a disputas menores.

Esse episódio mostra que é possível fazer política com maturidade institucional e compromisso com resultados.

Romper com a mentalidade do bloqueio exige coragem. Divergência política é legítima. Sabotar o desenvolvimento da cidade, não. A política deve servir para construir soluções, sobretudo quando os recursos estão disponíveis e podem melhorar a vida da população.

É essa postura que sigo defendendo.

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